Cruzeiro Tricampeão Mineiro de 1967
Hilton Oliveira, Raul e Procopio segurando a taça , dão a volta olimpica no Mineirão. O Cruzeiro conquistava assim o seu terceiro titulo seguido na era Mineirão. Campeão no ano da inaguração em 1965 repetiu o feito em 66 e desta vez atingiu o tricampeonato em 67.
Aqui você encontra imagens raras de jogos, jogadores, torcidas, fichas tecnicas e tudo mais que envolva um dos maiores clássicos do futebol mundial. Galo x Raposa - Preto ou Azul - Reinaldo ou Tostão
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domingo, 16 de janeiro de 2011
Momentos Inesquecíveis
Atlético campeão mineiro de 1970
Atlético campeão mineiro de 1970 . Atletas comemoram a conquista do Campeonato Mineiro ao vencer o Atlético de Três Corações por 2 a 0 .Vaguinho, Dario , Cincunegui e Careca se abraçam tão logo termina a partida e comemoram a quebra da hegemonia do Cruzeeiro desde a inauguração do Mineirão em 65. O time celeste havia vencido todos os campeonatos até então e dá para se imaginar a algria dos jogadores atleticanos pelo primeiro titulo na era Mineirão.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
ATLÉTICO, CAMPEÃO MINEIRO DE 1988
Após a conquista do rival em 1987, o Galo em 88 contava com Telê Santana no banco e Sérgio Araújo e Renato Morungaba comandando o ataque alvinegro. Com a conquista do primeiro turno, se o Galo vencesse a Raposa na final do segundo turno, conquistaria antecipadamente o título daquele certame. E foi o que aconteceu; logo no início do 1º tempo, após um cruzamento do ponta Sérgio Araújo, o centroavante Jason de cabeça completava para as redes de Welington. A partir daí, o Atlético segurou o resultado até o final e sagrou-se campeão mineiro de 1988.
Revista Placar da final do Campeonato Mineiro de 1988
Time atleticano que disputou a decisão de 1988 contra o Cruzeiro.
Revista Placar da final do Campeonato Mineiro de 1988
Time atleticano que disputou a decisão de 1988 contra o Cruzeiro.
CRUZEIRO, CAMPEÃO MINEIRO DE 1987
Em 1987, o Atlético lutava pra manter sua hegemonia no futebol mineiro na década de 80 e buscava seu tricampeonato. O Cruzeiro, depois de alguns anos sem muito brilho, começava a dar a volta por cima e montar times competitivos.
Para a final de 1987, Galo e Cruzeiro estavam iguais em tudo. O Atlético conquistara a Taça Minas Gerais(1ºturno) e o Cruzeiro levantara a taça do segundo turno. A final foi muito desputada, com o primeiro jogo realizado numa quarta feira à noite, diante de 40 mil pessoas, e o placar em 0 a 0.
No domingo, quase 80 mil pessoas foram ver o jogo decisivo, e o Cruzeiro com gols de Careca e Robson na etapa final, conquistava o título daquele ano.
Revista Placar da final do Campeonato Mineiro de 1987
Time Celeste, pousando para a foto no primeiro jogo da final.
Batista tenta barrar o veloz ponta esquerda cruzeirense, Edson.
Gilmar Francisco lidera a volta olímpica.
Para a final de 1987, Galo e Cruzeiro estavam iguais em tudo. O Atlético conquistara a Taça Minas Gerais(1ºturno) e o Cruzeiro levantara a taça do segundo turno. A final foi muito desputada, com o primeiro jogo realizado numa quarta feira à noite, diante de 40 mil pessoas, e o placar em 0 a 0.
No domingo, quase 80 mil pessoas foram ver o jogo decisivo, e o Cruzeiro com gols de Careca e Robson na etapa final, conquistava o título daquele ano.
Revista Placar da final do Campeonato Mineiro de 1987Time Celeste, pousando para a foto no primeiro jogo da final.
Batista tenta barrar o veloz ponta esquerda cruzeirense, Edson.
Gilmar Francisco lidera a volta olímpica.
sábado, 8 de janeiro de 2011
QUEM FOI - MEXICANO ?
Um dos melhores laterais direitos da historia do Atletico.
Habilidoso, tecnico e excelente marcador, foi idolo de massa atleticana no final da decada de 40.
Tri campeão pelo Galo mineiro em 1946/ 47/ 48 , atuou ao lado de grandes craques, tais como Murilo, Zé do Monte, Lucas, Carlyle.
Simbolo de luta e vigor, marcou época no futebol mineiro e brasileiro.
O Atletico contratou-o depois de ve-lo jogando pelo Uberlandia. Nesse dia, ele disputou um amistoso na capital contra o Siderurgica, rival do Galo na decada de 40.
Mexicano alem de marcar o ponta com grande categoria , deu varios dribels no ponteiro , de tirar o folego de qualquer um. Um show.
A torcida extasiada e emocionada, que assitia ao jogo, exigiu a sua contratação imediata. nascia a "fera da bola".
O ex presidente atleticano José Cabral , dizia: "Em vez de se preocupar com os pontas, os pontas se preocupam com ele".
Marcador eficiente, antecipava-se ao ponta e tambem sabia ser um carrapato, quando o momento da partida exigisse. Marcava com firmeza, força e determinação, sem jamais ser desleal.
Lutador, valente e incansavel, encarnou no seu espirito a vontade atleticana de vencer e conquistar.
Jogador amoroso e sentimental, sensibilizava e emocionava a todos com seu gesto carinhoso de beijar o distintivo do clube da camisa do galo, quando entrava e quando saia do gramado.
Pelo Atletico atuou em 232 jogos.
Ele dizia que:
"Para vestir a camisa do Atlético é preciso colocar o coração acima da alma. Quem veste a camisa daquele clube jamais esquece."
Em 1948, foi contratado ple glorioso palmeiras, conquistando o campeonato paulista de 1950.
Grande homem, puro e idealista.
Sua carreira foi abreviada em função de uma séria contusão: fratura na tíbia e no perônio e rompimento do tendão em um jogo contra o América de São José do Rio Preto (SP). Numa disputa de bola, o goleiro deles caiu sobre a perna. O Palmeiras lhe deu todo o apoio em todos os sentidos possiveis.
Mexicano lembrava um guerreiro com sangue zapatista, combatendo o imperialismo americano.
Ele foi o Zapata do futebol brasileiro.
Eternamente Mexicano.
Esquadrões de Galo e Raposa em épocas diversas
ATLÉTICO - TETRA-CAMPEAÕ MINEIRO DE 1955
CRUZEIRO - TRI-CAMPEÃÕ DE 1945
TIME ATLETICANO DE 1969
TIME CRUZEIRENSE TETRA-CAMPEÃO MINEIRO DE 1968
ATLÉTICO - CAMPEÃO MINEIRO DE 1976
CRUZEIRO - CAMPEÃO MINEIRO DE 1975
CRUZEIRO - TRI-CAMPEÃÕ DE 1945
TIME ATLETICANO DE 1969
TIME CRUZEIRENSE TETRA-CAMPEÃO MINEIRO DE 1968
ATLÉTICO - CAMPEÃO MINEIRO DE 1976
CRUZEIRO - CAMPEÃO MINEIRO DE 1975
QUEM FOI - ABELARDO ?
A "Flecha Azul" e o "Pequeno Notável".
Centroavante talentoso e de muita garra.
Genial, espirituoso, instintivo, sutil.
Artista brilhante e goleador.
Dava show sem jamais perder a objetividade.
Seu futebol era arrebatador, maiusculo e edificante.
Inventivo, fantasioso e fabuloso.
Valente, enfrentava, lutava e guerreava como um herói para proteger seu povo.
Incumbido para as mais destacadas e tenebrosas missões, jamais falhou ou omitiu-se.Abelardo era o maximo.
Abençoado e santificado era o verdadeiro profeta das redes.Emancipado, liberto e franco.
Foi um dos melhores atacantes do Brasil e do mundo em todos os tempos.
Arremate, dominio de bola, drible, velocidade , tudo nele possuia alma, clareza, sensibilidade e perfeição.
Mestre insuperável na plasticidade e na beleza dos gols. Fazia-os de todas as formas, modos e jeitos.
Dando chapéu nos zagueiros, de letra, de trivela, driblando toda a zaga adversaria, deixando o goleiro derrubado no chão com mais uma ginga esperta. Outra de suas inumeras virtudes eram as cabeçadas fortes e colocadas.
Esbanjava categoria e elegancia sem perder a pertinácia.
Sua consagração aconteceu no glorioso Cruzeiro, no final da decada de 50.
Abelardo foi sucessor do excelente e inesquecivel centro avante Niginho.
No Cruzeiro, Abelardo tornou-se idolo e rei encantando e deslumbrando a todos.
Jogador que quando atuava contra o rival Atlético, demonstrava toda sua fibra de gigante e o seu talento cinematográfico, liquidando e amassando o grande Galo mineiro.
Em 1949, foi contratado pelo sensacional Palmeiras sagrando-se vice campeão paulista, atuando ao lado de Oberdan, Jair Rosa Pinto, Turcão, Canhotinho, Fiume, Sarno , Lima etc.
Do verdão rumou para o time do Santos.
No time da Vila Belmiro, fez dupla de ataque com o cracaço Antoninho consguindo um honroso terceiro lugar no paulista de 1950.
Em 1951 voltou para Minas Gerais indo jogar no simpatico e querido Sete de Setembro de Belo Horizonte.
No ano de 1969 regressou ao Cruzeiro para conquistar de forma soberba o campeonato mineiro.
O ataque cruzeirense campeão era este:Raimundinho, Emerson, Abelardo, Nelsinho, Hilton Oliveira.
Abelardo tambem atuou pela seleção mineira , comvocado pelo tecnico Januzzi.
Abelardo foi um exemplo de homem e jogador.
Amou de verdade o futebol.
Simbolo eterno do Cruzeiro vencedor.
Mito majestoso e martir.
Eternamente Abelardo.Retirado do livro "Brasil os melhores jogadores de futebol do mundo" do autor Luciano Ubirajara Nassar.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
COPA UNIÃO 1987
Em 1987 foi fundado o clube dos 13, reunindo as maiores e mais tradicionais forças do futebol nacional, que somado a Santa Cruz, Coritiba e Goiás como convidados, realizaram um emocionante Campeonato Nacional naquele ano, a Copa União. Na primeira fase, o Galo disparou na liderança de sua chave(A) e invicto enfrentou o Cruzeiro, que até aquele momento apresentava uma campanha irregular na sua chave(B). Era a 6ª rodada do 1º turno. Jogo emocionante e muito disputado, que terminou em 0 a 0, mas com muitas chances de gols para os 2 lados.
Paulo Roberto Prestes, arranca pela lateral acompanhado pelo volante cruzeirense Ademir.
Sérgio Araújo tenta escapar à marcação do defensor cruzeirense, Gilmar Francisco.
Paulo Roberto Prestes, arranca pela lateral acompanhado pelo volante cruzeirense Ademir.
Sérgio Araújo tenta escapar à marcação do defensor cruzeirense, Gilmar Francisco.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Revistas especias sobre a história de Atlético e Cruzeiro
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
CRUZEIRO & ATLÉTICO - UMA TRADIÇÃO EM VOLANTES
Piazza
Wilson da Silva Piazza nasceu Ribeirão das Neves, em 25 de fevereiro de 1943, e foi buscado ainda muito jovem pelo Cruzeiro junto ao Renascença em 1964, uma vez que Hílton Chaves estava contundido.
Piazza se destacou jogando como volante e não saiu mais do time. Volante de uma marcação implacavel tornou-se referencia para treinadores ao usa-lo como exemplo. Foi um dos maiores marcadores no futebol brasileiro e está presente em todas as listas dos grandes volantes do nosso futebol.
Foi capitão do Cruzeiro, entre 66 e 76 e ficou marcado pela bela história que escreveu no clube de Belo Horizonte. Toda vez que se citam os melhores jogadores que passaram pelo Cruzeiro, Piazza é sempre um dos primeiros nomes a aparecer, e não poderia ser diferente.
O grande Piazza deu um exemplo de raça, de gana, de categoria, de lealdade, de simplicidade, enquanto jogou com a camisa do Cruzeiro.
Piazza é uma forma de mostrar que futebol não deveria ser só dinheiro, como é hoje, mas é garra, a luta, é jogar com o coração.
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Zé Carlos
Zé Carlos foi contratado ao Sport de Juiz de Fora. Durante os três primeiros anos na Raposa revezou no meio de campo com os titulares Piazza, Dirceu lopes e Tostão.. Em 1969, o técnico Gerson dos Santos acabou com o problema. Audacioso, lançou o sistema que chamava de "quadrado", no qual os quatro jogavam juntos. Tostão foi deslocado para jogar no ataque e o esquema deu certo.
Habilidoso, antevia as jogadas e executava passes e lançamentos preciosos. Outra qualidade sua eram as cobranças de falta e as finalizações a gol. Zé Carlos está entre os tres volantes mais clássicos na historia do futebol brasileiro. Jogava o fino do futebol sem errar um passe e sem pontapés.
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Ademir
Ademir Roque Kaefer sempre foi um sujeito sincero. “Foi no Cruzeiro que aprendi a jogar futebol” – declarou certa vez. E a torcida cruzeirense reconhece nele um professor de futebol. Não do futebol artístico de tantos de seus ídolos, mas do futebol aplicado, valente, raçudo. Sem ser craque de futebol exuberante, o “alemão” era um lutador. Atleta responsável. Profissional em tempo integral.
Ademir vestiu a camisa azul-e-branca 439 vezes e marcou 9 gols. Um deles, na final da Supercopa da Libertadores de 1991, contra o River Plate, entrou para a história. Foi o gol que marcou o início da melhor fase do clube celeste em toda a sua história, a que se inicou no Anos 1990.
Além da raça, Ademir tinha perfeita consciência de sua responsabilidade perante clube, torcida e companheiros de equipe. Na Supercopa de 91, o Cruzeiro deve a ele muito mais do que o gol que abriu o caminho para o título. Deve o equilíbrio de um time que teve que enfrentar a fúria das torcidas sulamericanas.
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Douglas
Teve a sua primeira chance entre os profissionais em 1981, no time de Procópio Cardoso, mas o time em que conseguiu se firmar foi o do técnico Didi, em 82.
Douglas nunca mais saiu do time titular e tornou-se ídolo da torcida num período de poucas glórias para o clube, a década de 80. Mesmo em um time não tão forte, Douglas foi convocado para a seleção em 1983, para a Copa América e depois em 87 na mesma competição, onde foi um dos principais jogadores.
Douglas primava por seus longos lançamentos e por sua perfeita noção tática. Cobria os espaços e sempre chegava frente arriscando chutes de fora da area.
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Maldonado
Maldonado chegou ao Cruzeiro em 2003. A principio jogou como segundo volante pois Augusto Recife é quem ficava mais. Porem assim que seu companheiro saiu do clube ele assumiu a cabeça da area e não largou mais, Foram tres anos de muita garra e dedicação.
maldonado teve certamente o seu melhor momento na carreira durante o tempo em que esteve no cruzeiro, principalmente em 2003 onde foi peça fundamental no esquema de Luxemburgo. Jogador voluntarioso que marca firme e distribui bem o jogo tinha apenas uma deficiencia que era o chute a gol. Não era um jogador de fazer gols e por isto procurava sempre cobrir os laterais e outros meias que saissem mais para o jogo.
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Ramires
Ramires é o que podemos chamar de volante moderno. Chegou ao Cruzeiro com 18 anso e logo que recebeu sua primeira chance não a largou mais. Humilde e dedicado o volante apelidado de Pernalonga Azul por causa de suas largas e rápidas passadas , logo ganhou o coração do torcedor cruzeirense. Parecendo mais um corredor de maratona ele corria insensantemente por todo o campo. Seu futebol começou a aparecer cada vez mais e acabou atuando como segundo volante e até como armador. Ramires não se limitava apenas a forte marcação e sempre fazia seus gols lá na frente.
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