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domingo, 14 de agosto de 2011

CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO 1987


Ademir, Balu, Vilmar, Genilson, Gilmar Francisco e Gomes. Agachados: Robson, Vanderlei, Careca, Douglas e Edson.
Este time venceu o Atletico na decisão por 2x0 com gols de Careca e Robson.


O Cruzeiro vinha de uma decada muito ruim e predominio do rival. Teve o titulo de 1984 e mais nada. Era muito pouco para uma torcida que ficou mal acostumada aos timaços dos anos 60 e 70 e titulos em profusão. Pois no campeonato de 87 o que não faltou foi emoção e comemoração. Após um campeonato disputado jogo a jogo contra o Atletico, veio a finalissima em dois jogos, No primeiro um empate por 0x0 com um jovem jogador entrando no decorrer do jogo: Careca. Ele bem que tentou mas teve pouco tempo para conseguir um gol que desse uma vantagem a equipe celeste. Porem no segundo jogo já como titular Careca arrebentou e fez um dos gols na vitoria por 2x0 sobre o Atlético.


FICHA TECNICA:


02/08/1987
Mineirão
Publico: 77.449
Juiz:Ney Andrade Nunes Maia (BA)
Gols: Careca 1 do segundo tempo e Robson aos 51.


CRUZEIRO: Gomes, Balu, Vilmar, Gilmar Francisco, Genilson; Douglas (Eduardo), Ademir, Careca; Robson, Vanderley (Hamilton) e Edson - Tec: Ruy Guimarães
ATLETICO: João Leite, Carlão, Batista, Luizinho, João Luis; Vandinho, Zenon, Vander Luis (Marquinhos); Sergio Araujo, Guga (Tita) e Renato - Tec. Palhinha


Expulsões: Balu e Edson (CRU) e Renato e Sergio Araujo (ATL)

ATLETICO BI CAMPEÃO 1953





O Atlético se sagrou bi campeão mineiro com uma brilhante campanha. Fez 21 jogos obtendo 15 vitorias, 4 empates e apenas 2 derrotas. O clube teve ainda o artilheiro da competição com Ubaldo fazendo 14 gols.
Na final enfrentou o Villa Nova numa melhor de tres jogos que terminaram assim:
22/11/1953 - Domingo
Atlético Mineiro MG 1 X 1 Villa Nova MG -

29/11/1953 - Domingo
Atlético Mineiro MG 2 X 1 Villa Nova MG -

8/12/1953 - Terça-Feira
Atlético Mineiro MG 1 X 1 Villa Nova MG

domingo, 24 de julho de 2011

RARIDADES DO CRUZEIRO

Torcedores pagando promessas e atravessando o gramado do Mineirão após a conquista da Supercopa em 1991.


Desfile pelas ruas de Belo Horizonte após a conquista da Taça Brasil de 1966. A charanga tocando em cima de uma carreta. Abaixo a festa nas ruas.




Garrincha jogando uma partida amistosa pelo Cruzeiro contra o Democrata GV em 1973.
Flamula autografada por Juscelino Kubitschek, torcedor do Cruzeiro.

RARIDADES DO ATLÉTICO

Cartaz da epoca em que o Atletico foi campeão mineiro de 1952.


TORCIDA DO ATLETICO RECEBENDO SEUS JOGADORES APÓS VITORIOSA EXCURSÃO A EUROPA EM 1951 QUANDO O TIME CONQUISTOU O CHAMADO "CAMPEÃO DO GELO".


Faixa divulgando jogo entre Atlético x Fluminense em 1950.

Delegação do Atlético chega a Belo Horizonte após a conquista do Campeonato Brasileiro de 1971.

O mascote Galo entra em campo com o time no inicio dos anos 70.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

TIMAÇOS QUE PODERIAM TER CONQUISTADO MAIS TITULOS

ATLÉTICO 1986

O Atlético montou em 1986 um supertime para a disputa do campeonato mineiro e brasileiro. Trouxe jogadores com passagens pela seleção brasileira e que acabaram correspondendo muito bem dentro de campo. Assim vieram Zenon, Renato Morungaba e Nunes. Este ultimo acabou se tornando artilheiro absoluto do campeonato mineiro com incriveis 26 gols assinalados. É até hoje o terceiro maior artilheiro de todas as edições do campeonato. Alem destes tres jogadores outros craques e que tambem atuaram pela seleção faziam parte do elenco. Nelinho, Luizinho, Paulo Isidoro, Elzo e Edivaldo.



A defesa contava com a categoria de Nelinho e Luisinho e o meio campo sobravam craques com Paulo Isidoro, Renato, Everton e Zenon disputando as posições onde tambem aparecia Vandinho , um volante de muita marcação e que jogou muitas vezes como titular da equipe barrando algum dos craques do setor.
O time sobrou no mineiro e foi confiante para a disputa do campeonato brasileiro. Uma campanha brilhante e nas quartas de finais o clássico contra o Cruzeiro. Foram dois empates por 0x0 na primeira partida e por 1x1 na segunda dando a classificação pela melhor campanha. Porem nas semifinais o Atlético empatou no Mineirão com o Guarani por 0x0 e perdeu no jogo de volta em Campinas por 2x1. Todos imaginavam que este time do Atlético era o melhor do brasileiro mas viu o titulo escapar dentro de casa quando não conseguiu fazer um placar que lhe desse tranquilidade no jogo de volta.
O time fez 30 jogos com 21 vitorias, 7 empates e apenas 2 derrotas.
 

Em pé: Nelinho, Elzo, João Pedro, Luizinho, Jorge Valença e Pereira. Agachados: Sergio Araújo, Everton, Zenon e Nunes


Elzo foi convocado para a Copa de 1986 como recompensa pelo belo trabalho no Atlético no campeonato mineiro.



CRUZEIRO 1998

Este poderia ser um dos melhores anos na historia do Cruzeiro Esporte Clube. Um time que já vinha forte do ano anterior quando venceu a Taça Libertadores e que manteve a base para o campeonato mineiro. As perincipais mudanças eram nas laterais onde Vitor e Nonato cederam seus lugares para Gustavo e Gilberto e no miolo da zaga onde Marcelo Djian ocupou a vaga deixada por Gelson Baresi. Porem a maior novidade era o surgimento de um jovem goleador, Fabio Junior. Somente no primeiro jogo das finais em que o Cruzeiro venceu o Atlético por 3x2 ele fez os tres gols. O time campeão formou assim em sua ultima partida pelo mineiro no empate por 0x0 contra o Atlético: Paulo Cesar, Gustavo, Marcelo Djian, Wilson Gottardo e Gilberto; Ricardinho, Marcos Paulo (Caio), Bentinho (Elivelton); Fabio Junior, Marcelo Ramos (Alex Alves). Um time que jogava com tres volantes e tres atacantes , muitas vezes tres artilheiros juntos: Marcelo, Alex Alves e Fabio Junior. Uma campanha sensacional com 16 jogos sendo 9 vitorias, 6 empates e uma unica derrota.



 Após a conquista do tricampeonato mineiro  a diretoria investiu em grandes contratações para o brasileiro. Trouxe varios jogadores experientes como: Dejair, Valdo e Muller . O time passou a ter um toque de bola refinado , ditado por Valdo que nem parecia ter 36 anos e Dejair outro veterano. Os dois armavam as principais jogadas da equipe.

Em pé a partir da esq: Dida, Wilson Gottardo, Gustavo, Marcelo e Gilberto. Agachados : Muller, Fabio Junior, Ricardinho, Dejair, Valdir e Valdo


Porem para desepero dos seus torcedores o que era para ser um ano inesquecivel e repleto de titulos se tornou em ano trágico. O time chegou a mais tres finais  e perdeu todas elas: Copa do Brasil para o Palmeiras, Brasileiro para o Corinthians e a Mercosul novamente para o Palmeiras. Um time que jogava bonito com a bola de pé em pé e arrancava elogios da critiva esportiva mas que não soube converter em titulos. 

Valdo brilhou tanto no meio campo do Cruzeiro que mesmo com seus 36 anos cogitaram leva-lo a seleção brasileira.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

FOTOS DA CHINA AZUL


Comemorando a copa do Brasil em 1996 em pleno centro de BH

Torcida cruzeirense nos anos 60. Reparem na quantidade de pequenas bandeiras com o escudo do clube. Parece que cada torcedor possuia uma .

   Torcida nos anos 70 .



A China Azul nos anos 90 com muita fumaça.



Torcida em 1981

terça-feira, 17 de maio de 2011

FOTOS DA MASSA ATLETICANA

Torcida do Atlético em 1995.

Torcida atleticana nos anos 70.


Torcida anos 70 com as bandeiras da Charanga do Julio

 
Torcida comemorando titulo nos anos 80.

Torcida nos anos 80 com a enorme bandeira com o Galo pintado dentro do gramado.

O mascote do Galo e as enormes bandeiras dependuradas.

terça-feira, 10 de maio de 2011

LÔ BORGES, SAMUEL ROSA, MILTON NASCIMENTO TOCANDO O HINO DO CRUZEIRO


Programa Altas Horas do Serginho Groisman com o quadro A Banda da Torcida . A Banda do Cruzeiro foi formada por Milton Nascimento, Lô Borges, Marina Machado, Samuel Rosa e Henrique Portugal.

Hino do Atlético com Rogerio Flausino e Wilson Sideral

No programa Bem Amigos com apresentação de Galvão Bueno, Wilson Sideral e Rogerio Flausino tocaram e cantaram o hino do Atlético em versão acustica.

Celso Adolfo cantando a "Paixão Atleticana".

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PIAZZA - Uma vida dedicada ao Cruzeiro


Wilson da Silva Piazza nasceu Ribeirão das Neves, em 25 de fevereiro de 1943, e foi buscado ainda muito jovem pelo Cruzeiro junto ao Renascença em 1964, uma vez que Hílton Chaves estava contundido.
Chegou ao Cruzeiro em 1964 e fez parte daquele que é considerado por muitos como um dos maiores times do futebol brasileiro em todos os tempos. 
Passou a liderar aquele grupo com maestria. era um verdadeiro lider dentro de campo. Contagiava os companheiros com sua dedicação e raça. Certa vez disse que se preciso levar uma bola debaixo das pernas mas se na sequencia um colega de clube ficasse com a posse da bola não se importava.


Era o capitão do grande Cruzeiro de Raul, Procopio, Dirceu Lopes, Natal, Evaldo, Tostão e Hilton Oliveira. Nas finais da Taça Brasil de 1966 foium verdadeiro guerreiro , combatendo em todo campo e incentivando os companheiros a conquistarem o titulo.


Piazza contra Zito e Pelé na segunda partida das finais da Taça Brasil de 1966 no Pacaembu

 Piazza o capitão do Cruzeiro, ergue a Taça Brasil ao lado de Hilton Oliveira e Tostão.


Piazza é daqueles jogadores que orgulham qualquer torcedor de te-lo em seu time. Dedicou sua vida apenas ao Cruzeiro. Seu futebol brilhou tanto que foi convocado sistematicamente por Saldanha para a seleção brasileira desde 1967.João Saldanha acabou saindo as vesperas da Copa do Mundo em 1970 mas Piazza não. Estava mais firme do que nunca entre os selecionaveis. Como Clodoaldo jogador do santos vivia tambem um grande momento, Zagallo improvisou Piazza como zagueiro e ele fez uma copa irretocavel, perfeita.


Piazza com a fantastica seleção brasileira de 1970, apontada por muitos como o melhor time de futebol em todos os tempos.


Piazza continuou a ser convocado e na Copa de 1974 foi capitão em algumas partidas  como na foto abaixo contra a Escocia.

 Brehmer da seleção escocesa e Piazza capitão da seleção brasileira em 1974.



 
Piazza e Beckenbauer na final do mundial de clubes entre Cruzeiro e Bayern Munchen em 1976. Dois genios do futebol mundial se encontrando nos campos da Alemanha e do Brasil






 






Piazza  conquistou dois dos maiores titulos do Cruzeiro. primeiro a Taça Brasil de 1966 sobre o todo poderoso Santos de Pelé e cia . Dez anos depois ergueu a Taça libertadores da America ao vencer na final o River Plate.
Na foto abaixo a chegada da delegação no aeroporto da Pampulha com Piazza carregando a Taça tão cobiçada.

 

Toninho Cerezo - Ídolo da Massa Atleticana

Antônio Carlos Cerezo, foi um dos maiores jogadores do Clube Atlético Mineiro e um dos maiores jogadores do futebol mundial de todos os tempos. Seu jeito desengonçado, despojado,   que jogava com as meias arriadas e  um fôlego invejável,  rendeu-lhe um apelido de "Peladeiro" na imprensa nacional. Era o pulmão dos times que denfedia.
Belorizontino, filho do famoso palhaço da TV Itacolomi dos anos 60, o Moleza, Cerezo começou a jogar nas divisões de base do galo em 1970, orientado pelo saudoso e folclórico tecnico dos infantis, Zé das Camisa.
Atleticano de coração, Cerezo criou uma das mais fortes identificações "jogador-torcida" que se tem notícia. Cerezo vibrava, chorava e encarnava o espírito guerreiro e de raça da torcida do Galo. Em 1974, após retornar do empréstimo do Nacional de Manaus, Cerezo foi lançado por Telê Santana no time principal e rapidamente caiu nas graças do treinador e da torcida. Conquistou 6 títulos mineiros e 2 vice-campeonatos nacionais até 1983, ano que foi vendido a "Peso de Ouro" para a Roma da Itália. Participou como titular de duas copas do mundo(78/82) e teve passagens marcantes pela Sampdória da Itália e São Paulo Futebol Clube. Jogou ainda no Cruzeiro em 94, até retornar e encerrar sua vitoriosa carreira no seu "glorioso" Clube Atlético Mineiro em 1997 no inesquecível jogo contra o Milan da Itália no Mineirão, pela Copa Centenário de BH.

CEREZO CONTRA O NACIONAL DE MANAUS NO BRASILEIRÃO DE 1977.

 












CAPITÃO DO PENTA EM 82, ERGUE A TAÇA. NA FOTO À DIREITA, CARREGANDO A TAÇA DE CAMPEÃO MINEIRO DE 1979

ACIMA, RECEBENDO A "BOLA DE OURO" DA REVISTA PLACAR EM 1978.


ABAIXO, NO DUELO COM OUTRO GÊNIO DA BOLA, FALCÃO, PELAS SEMIFINAIS DO BRASILEIRÃO DE 1976 .


     DUELO DE CRAQUES NO MARACANÃ EM 1977; CEREZO E PAULO CÉSAR CAJU

VESTINDO A CAMISA CANARINHO EM 1981


DESTAQUE NO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1977, CEREZO CONQUISTA A TITULARIDADE DA SELEÇÃO NAS ELIMINATÓRIAS E GANHA MÍDIA NACIONAL.
REVISTA PLACAR DE 1977, DESTACANDO A BRILHANTE FASE QUE O MÉDIO VOLANTE DO GALO ATRAVESSAVA EM MINAS E NA SELEÇÃO