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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O fim precoce de uma carreira - Guará

No final dos anos 30 o Atletico tinha um grande time . Já havia conquistado o campeonato mineiro de 1938 e tentava o bi em 39. Porém, neste ano aconteceu uma tragedia para o clube e principalmente para o jogador Guará. Em um clássico contra o Palestra Italia no dia 4 de junho em partida  válida pelo campeonato Mineiro, o "Perigo Loiro " como era conhecido Guará , sofreu uma grave contusão.
Kafunga faz adefesa, percebe Guará livre e atira a bola em direção ao meio-de-campo. Guará pula junto com o zagueiro Caieira. Neste momento, um cabeceia a cabeça do outro. Os dois caem e depois de alguns minutos Caieira se levanta, Guará não.
O médico do Atletico entra em campo e examina Guará. Leva as mãos à cabeça e ordena: “Retirem-no!” A torcida vê as cenas aterrorizada. E o silêncio toma conta do estádio. Barulho só do choro de alguns torcedores. O jogo segue e o Galo vence o Palestra por 1X0.  Guará foi levado para o hospital de Pronto-socorro de Belo Horizonte. No dia seguinte foi transferido para o hospital São José. No primeiro dia de internação quase mil pessoas assinam o livro de visitas.  Um dos visitantes foi o próprio zagueiro Caieira que esteve no hospital durante os 3 primeiros dias. 

Guará e Caieira

 Guará só foi acordar depois de 72 horas, mas se a consciência voltou depois de 3 dias aos gramados o craque teve que esperar  8 meses. Somente em fevereiro de 1940 Guará voltou aos gramados. Porém, o Diabo Loiro não tinha a mobilidade de antes. O Choque acidental lhe deixara seqüelas. Nunca mais repetiu as arrancadas e dribles infernais e com apenas 25 anos deixou o futebol. 

A morte de Roberto Batata - O dia em que Belo Horizonte parou

O atacante começou jogando em um time amador do Banco Real mas logo foi parar no Cruzeiro onde foi apelidado pelo então técnico da época, o treinador João Crispim, de Batata graças a sua maior paixão: batatas fritas!

O craque foi tetracampeão mineiro, entre os anos de 1972 e 1975 e fez parte daquele histórico time que ganhou a Libertadores em 1976, jogando ao lado de Nelinho, Piazza, Raul e Palhinha. Mas infelizmente o atacante não pode sentir o gosto de levantar a taça graças a uma fatalidade ocorrida dois dias após um jogo contra o Alianza Lima, do Peru.

 Roberto veio em 1971, após a saída de Natal para o Corinthians e logo que chegou mostrou à china azul que podia substituir o Diabo Loiro a altura. Era costume ele ser reconhecido o melhor jogador em campo até mesmo pelos adversários, como ocorreu em seu último jogo. O Cruzeiro venceu o Alianza, fora de casa por 4 a 0, um desses gols marcados por Batata. Dois dias depois o jogador faleceu no quilômetro 182 da rodovia Fernão Dias, quando viajava para visitar sua esposa, Denise, e seu filho, então com apenas 11 meses de idade, Leonardo, o destino final seria a cidade de Três Corações. Seu corpo foi velado na sede do clube e teve a participação de vários torcedores que lhe prestaram as últimas homenagens. Belo Horizonte parou para seu velorio e mesmo torcedores atleticanos foram prestar sua homenagem e respeito ao grande ponta direita.A Federação Mineira decretou luto oficial e suspendeu duas rodadas do campeonato estadual.



 

Gols pelo Cruzeiro: 125 gols em 286 jogos
Nascimento: 24/07/1949, em Belo Horizonte
Morte: 13/05/1976
Posição: Atacante (ponta direita)
Quando jogou pelo Cruzeiro: Entre 1971 e 1976
Títulos pelo clube: Campeonato Mineiro de 1972/1973/1974 e 1975, além da Copa Libertadores de 1976
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sábado, 18 de dezembro de 2010

                                        EDER LUIZ  X  GIL - CLÁSSICO DE 2009

POEMAS & POESIAS CITANDO O ATLÉTICO e o CRUZEIRO

         C R U Z E I R O        


Dirceu Lopes e Tostão

O time do Cruzeiro deu alegria ao carioca em férias: Maracanã fechado, ficamos todos em casa vendo o maravilhoso futebol do tricampeão mineiro. Como é fluente, como é cristalino o estilo do Cruzeiro, a equipe segundo a observação de Paulo Mendes Campos, mais equilibrada emocionalmente "neste Pais de psicologia tão tumultuada".

Perfeito, poeta: o time do Cruzeiro, que reflete a espontaneidade de Tostão e Dirceu Lopes, é impertubável na sua determinação de jogar futebol: não faz cera, não da, nem troca pontapés e sabe exibir sua superioridade sem esnobações, sem olés debochativos.

como não sou egoísta - pelo menos em materia de futebol - estou certo de que os mineiros do Cruzeiro, do Mineirão ou da Academia Mineira de Letras estão documentados em filmes da carreira brilhante e histórica do time do Cruzeiro.

Façam isso, sim, senão, amanha ou depois, a gente vai contar a quem não pode ver e é capaz de passar por mentiroso.

(Armando Nogueira), Bola na rede, Livraria José Olympio Editora, Rio de Janeiro 1973. 
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COMENTARIOS NO DIA SEGUINTE A VITÓRIA DO CRUZEIRO NA FINAL SOBRE O TODO PODEROSO SANTOS DE PELÉ ,BI CAMPEÃO MUNDIAL , NA TAÇA BRASIL DE 1966
 
 “O campo enlameado do Pacaembu consagrou, ontem à noite, o grande campeão do Brasil, o Cruzeiro de Tostão, Dirceu Lopes, Natal, e Raul, isto para citar apenas quatro jogadores de uma das melhores equipes que o futebol brasileiro já viu nascer e crescer.”
(Armando Nogueira) Jornal do Brasil, 08 dez 66
 
“Depois da vergonha e da frustração da Copa do Mundo, nenhum acontecimento teve a importância e a transcendência da vitória de anteontem. Por outro lado, não foi só a beleza da partida, ou seu dramatismo incomparável. É preciso destacar o nobre feito épico que torna inesquecível o feito do Cruzeiro. Não tenhamos medo de fazer a sóbria justiça: aí está, repito, o maior time do mundo.”
(Nelson Rodrigues) Jornal dos Sports, 09 dez 66
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"Tudo é efemero nessa nossa vida, como os mandatos populares e os cargos que eventualmente ocupamos e que demandam alta responsabilidade publica. Já minha paixão pelo Cruzeiro, vestida de azul, essa é eterna. Como deve ser eterna a paixão de cada um"

(Aécio Neves
)
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Cruzeiro você foi
Campeão do Brasil,
honrando a sua cor
azul de anil.

Vencendo o Santos de Pelé,
mostrou que é bom
e deu olé.

Eh Cruzeiro,você
traz alegria,
mostrando á massa
a sua academia.

Raul na meta,
Procopio e Neco,
William,Pedro Paulo,
Piazza e Natal.

Tem Dirceu Lopes,
o Furacão,
e o grande artilheiro
Tostão.

Evaldo ,que não
é de brincadeira
e la na ponta
corre o Hilton de Oliveira



          A T L É T I C O




Ah, o que é ser atleticano? É uma doença? Doidivana paixão? Bênção dos céus? É a sorte grande?
O primeiro e único mandamento do atleticano é ser fiel e amar o Galo.
Daí, que a bandeira atleticana cheira a tudo neste mundo.
Cheira a mulher amada.
Cheira a lágrimas.
Cheira a grito de gol.
Cheira a dor.
Cheira a festa e a alegria.
Cheira até mesmo perfume francês.
Só não cheira a naftalina, pois nunca conhece o fundo do baú, tremula ao vento.
A gente muda de tudo na vida. Muda de cidade. Muda de roupa. Muda de partido político. Muda de costumes. Até de amor a gente muda.
A gente só não muda de time, quando tem as iniciais CAM, do Clube Atlético Mineiro, gravadas no coração.
É um amor cego e tem a cegueira da paixão.
Já vi o atleticano agir diante do clube amado com o desespero e a fúria dos apaixonados.
Já vi atleticano rasgar a carteira de sócio do clube e jurar:
- Nunca mais torço pelo Galo!
Já vi atleticano falar assim, mas, logo em seguida, eu o vi catar os pedaços da carteira rasgada e colar, como os amantes fazer com o retrato da amada.
Que mistério tem o Atlético que, às vezes, parece que ele é gente?
Que a gente associa às pessoas da família (pai, mãe, irmão, tio, prima)?
Que a gente o confunde com a alegria que vem da mulher amada?
Que mistério tem o Atlético que a gente confunde com uma religião?
Que a gente sente vontade de rezar “Ave Atlético, cheio de graça?”
Que mistério tem o Atlético que, à simples presença de sua camisa branca e preta, um milagre se opera?
Que tudo se transfigura num mar branco e preto?
Ser atleticano é um querer bem. É uma ideologia. Não me perguntem se eu sou de esquerda ou de direita. Acima de tudo, sou atleticano e, nesse amor, pertenço ao maior partido político que existe: o Partido do Clube Atlético Mineiro, o PCAM, onde cabem homens, mulheres, jovens, crianças.
Diante do Atlético todos são iguais: o bancário pode tanto quanto o banqueiro, o operário vale tanto quanto o industrial. Toda manhã, quando acordo, eu oro: obrigado, Senhor, por me ter dado a sorte de torcer pelo Atlético."
(Roberto Drummond)

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“Se houver uma camisa branca e preta pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento."
(Roberto Drummond)
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"Brasil, capital Brasília. Minas Gerais, capital Atlético Mineiro."
(Armando Nogueira)
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Amor ao Alvinegro

"Eu me identifiquei muito nos clubes onde passei. Mas o Atlético Mineiro foi especial. Se tiver que definir o Atlético, vou ficar perdido, é a pergunta mais difícil para mim. O Glorioso não é uma paixão, é uma religião, o atleticano é doente.
Se dissessem para escolher, entre o Brasil ser pentacampeão do mundo ou o Atlético ser campeão de qualquer campeonato, eu prefiro que o Galo ganhe. Quando o Brasil joga e perde eu nem ligo, mas quando o Atle´tico perde eu não tenho vontade nem de comer.
Sou um vencedor no Atlético, se o clube participar de um campeonato de cuspe à distância, eu venceria. Com o uniforme preto e branco eu ganho qualquer campeonato. Na mesma proporção em que o povo mineiro me odiou, ele me amou. No Atlético, eu fui pai pela primeira vez, fui tricampeão do mundo e campeão brasileiro. Minhas maiores glórias na vida, conquistei com a camisa do Galo.
Dizem os intelectuais que o ódio e o amor se misturam, que eles vivem lado a lado, eu acredito que seja verdade, porque eu fui o homem mais odiado no Atlético, em compansação fui o mais amado.
Eu sou prova viva do amor e do ódio. Me lembro que o Atlético estava reformando o cmapo e nos trienos a torcida jogava pedra em mim. Me vaiaram e me mandaram embora. Depois tudo mudou. E olha que joguei pouco no Atlético, nos dois campeonatos nacionais que disputei fui campeão em um e artilheiro nos dois.
Eu me considero mineiro por devoção e por adoção. Todos os meus filhos são mineiros. (...)Fiz questão que todos fossem, porque eu me considero um também."
(Dadá Maravilha)
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"Ser Atleticano"...
O Atleticano é diferente de qualquer outro torcedor
É diferente, pois não se restringe a ser
Somente torcedor
Ser Atleticano é como casamento
Na saúde e na doença
Nas alegrias e nas tristezas
Mesmo quando a doença parece não ir
E as Tristezas teimam em permanecer
O Atleticano é capaz de
Após uma derrota humilhante
Pegar a camisa no armário
E sair às ruas
Mesmo sendo alvo de piadas
Isso por que o Atleticano não torce por um time
Torce por uma nação
E tal qual em uma guerra
Um cidadão não renega um país
Mesmo que a derrota seja grande
O Atleticano apóia seu time na derrota
Pois os obstáculos engrandecem
Seu sentimento de nacionalismo
E que me perdoem os que têm apenas títulos
Claro que são importantes
Mas o Atleticano tem algo que os outros nunca terão
Tem paixão

Tem o Clube Atlético Mineiro."
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Entrada dos times em campo


Raul, Dirceu lopes, Tostão puxando a entrada do Cruzeiro no Mineirão em 1969.



Marquinhos, Gerson e time do Atletico entrando no gramado em 1987.

Entrada dos times em campo

Time do Atlético entrando em campo puxado por Ortiz em 1976

                                                                                                                                      


Time do Cruzeiro entrando em campo puxado por Joãozinho em 1984.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

GRANDES ZAGUEIROS - CRIS

 O zagueiro Cris chegou ao Cruzeiro em 1999 trocado por João Carlos e mais um 4 milhões de reais.Na verdade veio como contrapeso pois não vinha bem no Corinthians.
No Cruzeiro foi alternando boas e más partidas mas sempre com muita disposição. Chegou o ano de 2000 e ele foi o xerife da defesa do Cruzeiro na brava conquista da Copa do Brasil. Valente usou seu espirito juntamente com Cleber e Sorin para ajudar o time a reverter um placar adverso e virar a partida nos ultimos minutos. Cris empre jogava assim. Não tinha jogo perdido antes do apito final. Foi campeão ainda da Copa Sul Minas em 2001 e 2002. Vendido ao Bayer Leverkusen , ficou apenas um ano no futebol alemão e voltou ao Cruzeiro solicitado por Vanderlei Luxemburgo que preparava um grande time.
Porem foi em 2003 que o zagueiro teve seu melhor ano no Brasil. Fez um campeonato brilhante ao lado de Luisão e ambos acabaram sendo convocados para a seleção brasileira.
Cris era um zagueiro que subia muito bem para cabecear e constantemente ia ao ataque tentar fazer gols. Desta forma ajudou o Cruzeiro a ter um ano inesquecivel.Primeiro venceram o campeonato estadual. Depois foi a vez de conquistarem o tetra da copa do Brasil sobre o Flamengo. 

Porem no meio da campanha rumo ao inédito titulo do Campeonato Brasileiro , Cris perde seu parceiro Luisão vendido ao Benfica. Quando todos acharam que a zaga poderia de desestabilizar Cris mostrou personalidade e liderança digna de um capitão. Edu Dracena passou a jogar ao seu lado e mantiveram as otimas atuações. No final do ano a recompensa e o titulo do Brasileiro. No meio de 2004 o zagueiro despertou interesse do lyon da França e acabou vendido.

GRANDES ZAGUEIROS - VANTUIR

Aos 19 anos, ele já assumia a condição de titular do time do Atlético, passando a ser um dos destaques de uma das maiores equipes da história do clube. O zagueiro Vantuir, mineiro de Belo Horizonte, viveu todo o período áureo do Galo no final dos anos 1960 e início dos 1970 formando dupla de zaga com Grapete. Vantuir era um zagueiro que hoje em dia faria um sucesso absurdo. Apesar de ser forte fisicamente e bom no jogo aéreo, ele era também um jogador de boa técnica, que dava qualidade à saída de bola da equipe.
Em 1971, na conquista do primeiro Campeonato Brasileiro pelo Atlético, Vantuir foi um dos principais jogadores do time comandado por Telê Santana. Participou de todas as 27 partidas da campanha, feito alcançado também por Renato, Vanderlei e Dario.
Antes do título brasileiro, Vantuir já tinha participado, em 1970, da conquista do primeiro título mineiro pelo Atlético na Era Mineirão. Ele foi campeão estadual ainda em 1976 e 1978, na sua última temporada no clube.

Vantuir era um zagueiro firme que não brincava em serviço. 
Ele jogou de 1968 a 11978 no Atletico, totalizando 507 partidas pelo clube alvinegro.
Dos campeões de 1971, Vantuir foi o último a sair do Atlético. Não foi, porém, uma resistência fácil. Foi uma fase repleta de acidentes. Em 1972, um processo e uma perna quebrada que o obrigou a ficar parado por mais de cinco meses. Em junho de 74, quando estava recuperando a forma, sofreu mais uma contusão. valente lutou para manter a titularidade até seu ultimo jogo com a camisa do galo, em 1978.
GRANDES ZAGUEIROS - PERFUMO

Perfumo foi um dos maiores zagueiros na historia do futebol mundial. Conhecido na Argentina pelo apelido de "El Marischal" ou em portugues O Marechal ele unía raça , liderança a categoria. Iniciou sua carreira no racing em 1962 e fez parte do maior time da historia deste clube sendo campeão da Libertadores em 1967. Foi contratado a peso de ouro pelo Cruzeiro em 1971 devido a grave contusão de Procopio. Veio e não apenas substituiu o ex capitão como conquistou o coração da torcida cruzeirense. Jogador de temperamento forte mas muito educado fora de campo Roberto Perfumo fez historia no futebol brasileiro.
 




Jogou duas copas do mundo pela seleção argentina, uma em 1966 e a outra em 74. Foi o seu capitão em todas elas e mais do que isto durante 10 anos liderou o selecionado deste país.
Depois que saiu do Cruzeiro formou no River Plate uma zaga inesquecivel atuando ao lado de Passarella.
No Cruzeiro escreveu de tal maneira seu nome na historia que em praticamente qualquer seleção que se faça dos melhores de todos os tempos seu nome está lá como titular da zaga.

GRANDES ZAGUEIROS - LUISINHO

Luisinho veio do Villa Nova em 1978 para reforçar a zaga do Atletico. Mostrando toda sua categoria nos treinos não demorou para ter a primeira chance no time titular. Subiu e não mais largou a oportunidade. Formou zaga com Vantuir , Osmar Barão e depois com Osmar Guarnelli e Batista entre outros. Sua principal caracteristica era o execlente posicionamento em campo. Antecipava-se aos  atacantes e tinha muita facilidade em sair jogando. Está em praticamente todas as seleções que se formem envolvendo os mlhores zagueiros da historia do Atlético. Entre seus titulos está um hexa campeonato mineiro de 78 a 83.
Foi convocado por Telê Santana para a seleção brasileira que disputou a Copa da Espanha em 1982. Formou um zaga quase perfeita com Oscar e passava muita segurança aos demais jogadores. Na partida da semifinal contra a Italia em um  lance em que todo meio campo e defesa vacilaram, Luisinho recebeu muitas criticas da imprensa esportiva do país. Não se sabe ao certo o motivo mas depois disto Tele praticamente não o convocou mais para a seleção. Seus numeros vestindo a camisa amarela são impressionantes e nada justifica sua ausencia nas convocações seguintes.

Pela Seleção Brasileira: 36 partidas, 27 vitórias, 7 empates, 2 derrotas, 2 gols;
Contra seleções nacionais: 34 partidas, 25 vitórias, 7 empates,2 derrotas, 2 gols;
Contra clubes e combinados: 2 partidas, 2 vitórias;
Copa do Mundo 19825 partidas, 4 vitórias, 1 derrota.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

DOIS TIMAÇOS............................MAS VICES CAMPEÕES

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        
CRUZEIRO 1976 - O time vinha com a hegemonia no estadual vencendo em 72/73/74/75 e buscava o penta campeonato. Era um timaço que tinha acabado de conquistar a Libertadores.O plantel com jogadores consagrados. Chegaram as finais e a garotada do Atletico venceu as duas partidas com show de Reinaldo e Marcelo.
O time da foto: Darci Menezes, Piazza, Morais, Nelinho,Vanderlei e Raul, Agachados: Eduardo, Ze Carlos, Palhinha, Jairzinho e Joãozinho


ATLÉTICO 1977 - Após desbancar a hegemonia do rival jogando o fino do futebol em 76, todos imaginavam que a sequencia de titulos agora seria do lado alvinegro. Porem em 1977 após vencer a primeira partida das finais o Atletico acabou perdendo as outras duas e consequentemente o titulo. O time era superior ao do Cruzeiro mas o time teve que esperar mais um ano para ai sim iniciar em 78 a sua hegemonia que foi durar até 1983 .O time da foto é:
João leite, Cerezo, Marcio,Vantuir, Alves, Valtencir. Agachados: Marinho,Angelo, Reinaldo, Paulo Isidoro e Ziza.

Levantando a Taça


LEVANTANDO A TAÇA

Afonso , capitão do Atletico recebe a taça de tetra Campeão Mineiro 52/53/54/55.


                           LEVANTANDO A TAÇA


O capitão cruzeirense Procopio ergue a taça de Tri Campeão Mineiro 65/66/67.Ao seu lado está o presidente Felicio Brandi.