Aqui você encontra imagens raras de jogos, jogadores, torcidas, fichas tecnicas e tudo mais que envolva um dos maiores clássicos do futebol mundial. Galo x Raposa - Preto ou Azul - Reinaldo ou Tostão
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sábado, 12 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Fotos de clássicos dos anos 70
Duelo entre dois volantes extremamente clássicos. Zé Carlos e Danival brigando pela posse da bola. Arlem (7) acompanha o lance em um clássico de 1976.
Vantuir ve Ortiz sair nos pés de Joãozinho em clássico de 1976. Reparem na lotação da geral.
Flamarion e Paulo Isidoro brigam pela posse da bola em clássico do campeonato mineiro de 1977. Valdo do Cruzeiro (8) e Toninho Cerezo (5) do Atlético acompanham o lance.
Vantuir ve Ortiz sair nos pés de Joãozinho em clássico de 1976. Reparem na lotação da geral.
Flamarion e Paulo Isidoro brigam pela posse da bola em clássico do campeonato mineiro de 1977. Valdo do Cruzeiro (8) e Toninho Cerezo (5) do Atlético acompanham o lance.
Raul sai e faz a defesa anetcipando-se a Dario. Morais apenas olha seu goleiro praticando a defesa. Clássico de 1974.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Galo, Campeão Mineiro de 1976
Em 1976, o Atlético surge com uma nova e promissora geração de grandes jogadores. Após o título mineiro de 70 e o Nacional de 71, o Galo entrou numa entresafra devido a falta de recursos, se desfazendo dos seus principais jogadores, como Dario, Romeu, Waguinho e Ronaldo. Telê Santana foi buscar novos atletas nas categorias de base em 73/74 onde já surgiam jogadores como Reinaldo, Cerezo e Paulo Izidoro. Neste período o Cruzeiro que não tinha nada a ver com a história, possuía um timaço e mantinha uma sequência de 4 conquistas consecutivas até 1975.
Já em 1976, quem estava no comando do Atlético era Barbatana depois de substituir Telê em 74, e aos poucos foi lapidando a nova geração atleticana e, naquele ano finalmente, o jovem time atleticano resolveu mostrar a que veio. Na decisão contra o Cruzeiro, o Galo venceu as duas partidas da final. No jogo decisivo, com gols de Reinaldo no 1º tempo e Marcelo no 2º, o Atlético se sagrava novamente campeão mineiro e um novo cenário começava a se desenhar em Minas Gerais a partir daquele instante.
REVISTA PLACAR DE 1976, DESTACA A GRANDE FINAL DO CAMPEONATO MINEIRO.
Já em 1976, quem estava no comando do Atlético era Barbatana depois de substituir Telê em 74, e aos poucos foi lapidando a nova geração atleticana e, naquele ano finalmente, o jovem time atleticano resolveu mostrar a que veio. Na decisão contra o Cruzeiro, o Galo venceu as duas partidas da final. No jogo decisivo, com gols de Reinaldo no 1º tempo e Marcelo no 2º, o Atlético se sagrava novamente campeão mineiro e um novo cenário começava a se desenhar em Minas Gerais a partir daquele instante.
REVISTA PLACAR DE 1976, DESTACA A GRANDE FINAL DO CAMPEONATO MINEIRO.
Cruzeiro, Campeão da Taça MG 1983
Em 1983, o Galo buscava seu inédito hexacampeonato. Era penta como o Cruzeiro de 1969 e queria de todas as maneiras superar a marca de 5 vezes seguidas como campeão mineiro. A Raposa, após uma fase ruim dos campeonatos anteriores, voltava a montar um bom time e contava com Douglas, Carlinhos Sabiás, Joãozinho e Tostão II para duelar com o favorito Galo de Reinaldo, Éder, Luizinho e cia. O time alvinegro acabara de vender um de seus grandes ídolos para o Roma da Itália; Toninho Cerezo.
Neste jogo pela decisão do 1º Turno(Taça Minas Gerais), o Cruzeiro levou a melhor vencendo por 1 a 0, gol de Carlinhos Sabiá e garantiria assim, sua vaga para a decisão do Campeonato Mineiro de 1983.
Neste jogo pela decisão do 1º Turno(Taça Minas Gerais), o Cruzeiro levou a melhor vencendo por 1 a 0, gol de Carlinhos Sabiá e garantiria assim, sua vaga para a decisão do Campeonato Mineiro de 1983.
A REVISTA PLACAR DA ÉPOCA, EXALTA A CONQUISTA DO TIME CELESTE.
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 0 ATLÉTICO
Partida extra para a decisão do segundo turno (Taça Minas Gerais)
Data: 09/10/1983
Estadio: Mineirão
Publico: 67.331
Renda: Cr$ 58.958.700,00
Arbitro: João Lucio Marra
Gol: Carlinhos 10 mins
CRUZEIRO: Vitor, Alves, Zezinho, Ailton, Ademar; Douglas, Eduardo Lobinho, Tostão; Batistote, Carlinhos e Geraldinho (Ivan)
Tecnico: Orlando Fantoni
ATLÉTICO: João Leite, Nena, Fred, Luizinho, Jorge Valença; Heleno (Luis Carlos), Toninho, Renato Queiroz; Formiga, Reinaldo, Paulinho Kiss
Tecnico: Mussula
domingo, 20 de fevereiro de 2011
GRANDES ATACANTES - MARCELO RAMOS
Marcelo Ramos chegou ao Cruzeiro comprado ao Bahia em 1995. Chegou om muita moral pois era um artilheiro nato no futebol baiano. Em sua primeira fase no Cruzeiro destacou-se pelos gols decisivos e acabou também sendo vendido ao PSV, outra vez para substituir Ronaldinho.
Não se adaptou ao futebol holandês e retornou ao Cruzeiro em 1997, quando o clube disputava as quartas de final da Libertadores e o play-off do MIneiro. Solucionou o problema da escassez de gols do ataque e decidiu algumas partidas, sagrando-se campeão em ambas competições. No ano passado, marcou seu centésimo gol com a camisa do Cruzeiro.
Marcelo Ramos faz o gol do titulo mineiro de 1997.
Marcelo Ramos x Valdir pelo campeonato mineiro de 1999.
Marcelo Ramos ajudou o Cruzeiro a conquistar o tricampeonato mineiro em 96-97-98. Fez inumeros gols decisivos e se tornou o artilheiro absoluto do campeonato mineiro de 1996 com 23 gols. Somente tres outros jogadores conseguiram fazer mais gols em uma edição do campeonato depois da fundação do Mineirão.
Dos incontáveis clássicos disputados por Marcelo com a camisa do Cruzeiro, dois deles não saem da memória do atacante. Um deles foi a goleada por 5 a 1, aplicada em 1999, na final da Copa dos Campeões de Minas. O outro foi em 2003, 4 a 2, pelo Campeonato Mineiro, de virada. Em ambos os jogos o artilheiro deixou sua marca.
"Aquela goleada de 5 a 1, em 1999, pela decisão da Copa dos Campeões de Minas me marcou, por ter sido uma goleada. Eu fiz um gol, o Valdo fez dois, o Paulo Isidoro e o Alex Alves também marcaram. Foi legal pela goleada. Outro marcante foi em 2003, pelo Campeonato Mineiro, jogamos muito bem, ganhamos de 4 a 2 e eu fiz o quarto gol, foi um gol bonito, então acho que esse jogo foi bem legal. Mas foram tantos jogos, a maioria eu marquei gols, e é muito difícil escolher os mais marcantes".
Em 2009 , Marcelo veio ao Mineirão enfrentar o Cruzeiro jogando pelo Ipatinga. Ao ser substituido no final da partida foi ovacionado pela torcida cruzeirense. Marcelo então fez a seguinte declaração:"O que os torcedores fizeram ficará no meu coração. Sabia que não seria vaiado ao tocar na bola, mas não esperava o estádio inteiro gritar meu nome. Isso ficará marcado pra sempre na minha carreira. Lembrando o que aconteceu, vou demorar a pegar no sono, hoje. Sair do Mineirão assim é pra jamais se esquecer. É o reconhecimento por gols e títulos. Sou muito grato ao torcedor do Cruzeiro. Não tem dinheiro que pague isso. A gente vive momentos difíceis no futebol, mas tive mais alegrias que tristezas. Sempre me lembro das minhas conquistas no Cruzeiro assistindo meus DVDs. Se tivesse um convite voltaria com muito prazer, porque o Cruzeiro é o clube do meu coração."
Na goleada por 4x2 sobre o Atletico no campeonato minerio de 2003 , Marcelo Ramos fez o seu gol.
Marcelo Ramos chegou ao Cruzeiro comprado ao Bahia em 1995. Chegou om muita moral pois era um artilheiro nato no futebol baiano. Em sua primeira fase no Cruzeiro destacou-se pelos gols decisivos e acabou também sendo vendido ao PSV, outra vez para substituir Ronaldinho.
Não se adaptou ao futebol holandês e retornou ao Cruzeiro em 1997, quando o clube disputava as quartas de final da Libertadores e o play-off do MIneiro. Solucionou o problema da escassez de gols do ataque e decidiu algumas partidas, sagrando-se campeão em ambas competições. No ano passado, marcou seu centésimo gol com a camisa do Cruzeiro.
Marcelo Ramos faz o gol do titulo mineiro de 1997.
Marcelo Ramos x Valdir pelo campeonato mineiro de 1999.
Marcelo Ramos ajudou o Cruzeiro a conquistar o tricampeonato mineiro em 96-97-98. Fez inumeros gols decisivos e se tornou o artilheiro absoluto do campeonato mineiro de 1996 com 23 gols. Somente tres outros jogadores conseguiram fazer mais gols em uma edição do campeonato depois da fundação do Mineirão.
Dos incontáveis clássicos disputados por Marcelo com a camisa do Cruzeiro, dois deles não saem da memória do atacante. Um deles foi a goleada por 5 a 1, aplicada em 1999, na final da Copa dos Campeões de Minas. O outro foi em 2003, 4 a 2, pelo Campeonato Mineiro, de virada. Em ambos os jogos o artilheiro deixou sua marca.
"Aquela goleada de 5 a 1, em 1999, pela decisão da Copa dos Campeões de Minas me marcou, por ter sido uma goleada. Eu fiz um gol, o Valdo fez dois, o Paulo Isidoro e o Alex Alves também marcaram. Foi legal pela goleada. Outro marcante foi em 2003, pelo Campeonato Mineiro, jogamos muito bem, ganhamos de 4 a 2 e eu fiz o quarto gol, foi um gol bonito, então acho que esse jogo foi bem legal. Mas foram tantos jogos, a maioria eu marquei gols, e é muito difícil escolher os mais marcantes".
Em 2009 , Marcelo veio ao Mineirão enfrentar o Cruzeiro jogando pelo Ipatinga. Ao ser substituido no final da partida foi ovacionado pela torcida cruzeirense. Marcelo então fez a seguinte declaração:"O que os torcedores fizeram ficará no meu coração. Sabia que não seria vaiado ao tocar na bola, mas não esperava o estádio inteiro gritar meu nome. Isso ficará marcado pra sempre na minha carreira. Lembrando o que aconteceu, vou demorar a pegar no sono, hoje. Sair do Mineirão assim é pra jamais se esquecer. É o reconhecimento por gols e títulos. Sou muito grato ao torcedor do Cruzeiro. Não tem dinheiro que pague isso. A gente vive momentos difíceis no futebol, mas tive mais alegrias que tristezas. Sempre me lembro das minhas conquistas no Cruzeiro assistindo meus DVDs. Se tivesse um convite voltaria com muito prazer, porque o Cruzeiro é o clube do meu coração."
Na goleada por 4x2 sobre o Atletico no campeonato minerio de 2003 , Marcelo Ramos fez o seu gol.
GRANDES ATACANTES - GUILHERME
Guilherme, foi um dos principais goleadores na história do Atlético. É até hoje o sétimo maior artilheiro na historia do clube com 139 gols em 205 jogos. O atacante esteve no Atlético por duas vezes. Na primeira vez jogou no clube entre os anos de 1999 e 2002. E foi no alvinegro mineiro, que o centroavante viveu seu melhor momento na carreira. No Brasileirão de 1999, Guilherme foi artilheiro, bateu o recorde que pertencia ao maior ídolo atleticano, Reinaldo, e conduziu o time à final do campeonato. O Atlético Mineiro acabou com o vice-campeonato. Depois foi emprestado ao Corinthians onde ficou por apenas seis meses. No inicio de 2003 voltava a defender as cores do Galo. Participou das campanhas na copa do Brasil, Campeonato Mineiro e o início do Brasileirão. Foi então vendido ao Al Ittihad, da Arábia Saudita.
Artilheiro do campeonato brasileiro de 1999 fazendo 28 gols.
Sua estreia aconteceu no dia 31 de Julho, na vitória por 2 a 0 contra o Gama. Na ocasião, o centroavante começou a partida no banco de reservas e substituiu o atacante Curê. Na partida seguinte, foi escalado como titular e não decepcionou: marcou um gol de voleio no empate por 1a1 contra o Sport Recife na Ilha do Retrio, e a partir daí tornou-se titular absoluto do Galo. Fazendo dupla de ataque com Marques, o camisa 7 marcou 28 gols em 27 jogos no campeonato nacional, igualando a marca de 1977 do atleticano Reinaldo e tornando-se artilheiro do Campeonato. Apesar de marcar em momentos decisivos, não foi capaz de garantir o título do Brasileiro para o Atlético.
No ano seguinte, levou o clube ao título do campeonato mineiro ao marcar 7 gols. Além disso, fez 9 gols na campanha da Copa Libertadores da América, quando a equipe foi eliminada nas quartas-de-final.
Guilherme fez junto a Marques uma das maiores duplas de atacantes do futebol brasileiro recente.
Um jogo inesquecivel - A segunda partida das quartas de final do brasileiro de 1999 contra o Cruzeiro. Guilherme fez dois gols e eliminou o Cruzeiro do brasileirão.
Artilheiro do campeonato brasileiro de 1999 fazendo 28 gols.
Sua estreia aconteceu no dia 31 de Julho, na vitória por 2 a 0 contra o Gama. Na ocasião, o centroavante começou a partida no banco de reservas e substituiu o atacante Curê. Na partida seguinte, foi escalado como titular e não decepcionou: marcou um gol de voleio no empate por 1a1 contra o Sport Recife na Ilha do Retrio, e a partir daí tornou-se titular absoluto do Galo. Fazendo dupla de ataque com Marques, o camisa 7 marcou 28 gols em 27 jogos no campeonato nacional, igualando a marca de 1977 do atleticano Reinaldo e tornando-se artilheiro do Campeonato. Apesar de marcar em momentos decisivos, não foi capaz de garantir o título do Brasileiro para o Atlético.
No ano seguinte, levou o clube ao título do campeonato mineiro ao marcar 7 gols. Além disso, fez 9 gols na campanha da Copa Libertadores da América, quando a equipe foi eliminada nas quartas-de-final.
Guilherme fez junto a Marques uma das maiores duplas de atacantes do futebol brasileiro recente.
Um jogo inesquecivel - A segunda partida das quartas de final do brasileiro de 1999 contra o Cruzeiro. Guilherme fez dois gols e eliminou o Cruzeiro do brasileirão.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
GALO, TRICAMPEÃO DA TAÇA MG 1976
Em 76, o Galo entrou disposto a tudo para barrar um novo pentacampeonato do Cruzeio. Pra começar a jornada, a Taça MG(1º Turno) era o primeiro passo para alcançar seu segundo título mineiro na "Era Mineirão". E com um time novo e grandes jogadores surgindo, entre eles Reinaldo, Cerezo e Paulo Izidoro, o Atlético contava com a experiência do veloz e folclórico ponta Cafuringa para vencer a final contra o experiente e vencedor time cruzeirense de 76.
O mineirão super lotado viu o time alvinegro vencer com show do saudoso e inspiradíssimo ponta Cafuringa e jogadas geniais do garoto Reinaldo.
REVISTA PLACAR, DESTACANDO EM PRIMEIRA PÁGINA A FINAL DA TAÇA MG DE 76
Reinaldo tentando aprontar das suas em cima do craque cruzeirense Piazza
Time atleticano no dia da decisão
O mineirão super lotado viu o time alvinegro vencer com show do saudoso e inspiradíssimo ponta Cafuringa e jogadas geniais do garoto Reinaldo.
REVISTA PLACAR, DESTACANDO EM PRIMEIRA PÁGINA A FINAL DA TAÇA MG DE 76
Reinaldo tentando aprontar das suas em cima do craque cruzeirense Piazza
Time atleticano no dia da decisão
Cruzeiro, Tetracampeão de 1975
Nos primeiros 10 anos do Mineirão, o Cruzeiro quase reinou absoluto nos estaduais. Depois do penta em 69 e os títulos de Galo e Coelho em 70 e 71 respectivamente, a Raposa conseguiria nova sequência de 72 a 75, faturando o tetracampeonato.
Porém esse tetracampenato não foi fácil. Após um campeonato acirrado, a final contra o Atlético foi um jogo duríssimo e as duas esquadras recheadas de craques proporcionaram uma grande decisão. No final, o time celeste adiou novamente a festa atleticana. 1 a 0, gol do Palhinha.
REVISTA PLACAR DE 1975 EXALTA A VITÓRIA DO TIME CELESTE, COMANDADO POR OSWALDO BRANDÃO
Porém esse tetracampenato não foi fácil. Após um campeonato acirrado, a final contra o Atlético foi um jogo duríssimo e as duas esquadras recheadas de craques proporcionaram uma grande decisão. No final, o time celeste adiou novamente a festa atleticana. 1 a 0, gol do Palhinha.
REVISTA PLACAR DE 1975 EXALTA A VITÓRIA DO TIME CELESTE, COMANDADO POR OSWALDO BRANDÃO
sábado, 12 de fevereiro de 2011
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